quarta-feira, 20 de abril de 2011
Jardins da Babilônia...
O sustentável, o ecológico, o auto-suficiente estão tomando parte na arquitetura mundial, logo ela aparece pelos cantos do Brasil também.
A discussão sobre tais temas nunca foi tão abordada como agora. Milhões de artigos publicados, centenas de livros lançados e muito questionamento gerado... e.... pouca prática.
A deficiência do ensino de implantar uma arquitetura mais ecológica esta sofrento grandes mudanças, mas está avançando.
Para quem ja assistiu o filme "tempos modernos" do glosioso charlie chaplin, percebe o crescimento desordenado da indústria e de seus efluentes...e eles crescem... e crescem.. e se multiplicam...
A arquitetura tem como um dos principais objetivos "cicatrizar essas feridas" que chamam atenção, seja pela gorsseira apropriação de locais de preservação, seja por liberação da própria justiça para estes casos (então podemos lembrar da nova lei que se discute - a faixa de preservação de 30 metros que querem reduzir para 15... LOUCURA!).
Mas o que realmente quero mostrar com essa discução, é o triste fato de uma sociedade globalizada.
Me arrisco a disser que um dos principais culpados é o orgão que gerencia a cidade. Muito me questiono sobre quem ocupa lugares nesses orgãos - sempre tive em mente que leis devem ser decididas por quem entende do assunto, e ai vejo advogados, socialistas e outros mais formulando leis sobre planejamento da cidade, e ai me pergunto de novo... COM QUE DIREITO? como argumentar algo se não temos a questão clara em nossa própria concepção? cada área com suas leis e com seus verdadeiros representantes...
A relação "Dar e receber" sempre fio válida, e em certo ponto o homem esqueceu de cumprir sua parte... sim, porque esqueceu que também é um ser animal e que faz parte de um habitat... em derminado contexto se tornou superior. (em que?)
Vemos a tentativa da cidade de São Paulo na busca por áreas verdes que são rarefeitas no lugar e junto com isso o aviso de CUIDADO... afinal não planejar a cidade ou o espaço é projetar um " Deus dará"...
ah! e é importante planejar sabendo que o improviso existe.. porque a cidade está em constante mutação e por isso nada é certo... tudo muda.
Verde é qualidade de vida e sempre foi... quem disse o contrário?...
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Queria que todos os profissionais utilizassem da lei de 30 metros, porém se uma lei contraria a outra, e uma delas libera para 15 metros, é obviu que o profissional irá utilizar a que mais trará "renda" para seu cliente. O que obviamente, é ridículo em termos de preservação...
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