A Arquitetura sempre foi marcada por suas épocas, estilos, formas bem como seus formadores.
Passamos pelos Estilos Clássicos da Antiguidade, depois pelos Estilos Medievais, contemplamos a Arquitetura Barroca e a Neoclássica, passando também pela Moderna até chegarmos na Contemporânea.
Essa breve linha do tempo me faz pensar em como arquitetura teve realmente seus períodos e que na maioria das vezes ocorreram com um começo e um fim do seu próprio estilo.
Na verdade isto foi respeitado apenas durante um período da história. Não sei ao certo quando o respeito aos estilos arquitetônicos se perdeu, talvez com desvalorização dos próprios arquitetos.
Um exemplo clássico está contida nos projetos de Hotéis.
Por que ainda obedecemos a ideia de que um Hotel deve ter base, corpo e coroamento??? Sendo que isso é resultado de um arquitetura que não pertence ao contemporâneo, e sendo também, que vivemos no período contemporâneo.
O contemporâneo é obediente as linhas limpas e certas. O rebuscado não o pertence.
É verdade também, que parte dessa culpa provém da Universidade que prega a arquitetura elitista.
Faça a experiência de andar em alguma rua principal da cidade de Balneário Camboriú com seu grandes prédios e arranha-céus.
Logo percebe-se que ali vivem Romanos, Gregos, Egípcios, Americanos,... Ou não??
Afinal é o que me parece depois de ficar pasmo com as colunas dóricas nas fachadas e os emblemas egípcios pregados em gigante painel.
Acho que o ecletismo tem suas vantagens, mas por hora não.
Me preocupa também o fato de pensar no próximo período da arquitetura: a chamada "Arquitetura High Tech".
E surgirão mais estilos com o cruzamento do eclético e alta tecnologia??
QUE ESTILOS?... PARA QUE PERÍODOS?
....
..... é algo que realmente merece reflexão...
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
COncCeitO nA arQUiteTurA
Durante este último semestre, me perguntei um milhão de vezes de que forma construir o CONCEITO no projeto.
Arquitetar um Hotel tem lá suas dificuldades, mas sem dúvida a maior está vinculada a formulação do conceito, afinal, conceito bem feito é o mesmo que projeto bem resolvido.
Nas muitas idas e vindas acabei por definir um volume horizontal, que conversa-se com o lugar - Um lugar com edificações de baixo gabarito envolto por uma massa de vegetação densa.
Esqueci-me de propósito daquela ideia sacramentada de que a verticalização é algo extremamente alto e fino.
Ai surgiu uma das principais perguntas: O que é VERTICALIZAR?
Existe algum número que diga o que é vertical ou horizontal????... NÃO!! desta forma a ideia de vertical e horizontal, neste caso, se torna uma só.
E isto se traduz em como realmente projetar um Hotel.
E por falar nisso, algo que me deixou realmente preocupado, é a forma que a universidade trata este tema.
Tudo é na base de um "manual", um sistema, o que para mim não é arquitetura e não passa apenas de um projeto.
Coisas como não promover o cruzamento dos funcionários com os hóspedes, Instigar mais vagas de estacionamento do que o necessário, são sinais de que a arquitetura não evoluiu muito por aqui...
Afinal não promover o cruzamento destas duas classes seria o mesmo que promover a exclusão social... tendo em vista que a arquitetura é um meio de promover justamente o oposto.
Arquitetura para o Homem... a Arquitetura Humana deve estar em todo lugar.
(Afinal ninguém vai morrer por ver um funcionário passando com um carrinho de limpeza no corredor!!!)
Mas, isto pode ser vista como uma coisa cultural. Afinal cada lugar com suas características...
E por final me preocupa a real falta da palavra CONCEITO na universidade...
Não!! o tipo de vidro que vou usar NÃO é um conceito;
O Tipo de esquadria da porta NÃO é um conceito;
O número de parafusos da minha fachada também NÃO é um conceito.
Afinal NÃO se trata de fazer projeto, mas SIM de fazer ARQUITETURA e ter nela um CONCEITO!!!
(E aqui está uma amostra do meu projeto...)
Arquitetar um Hotel tem lá suas dificuldades, mas sem dúvida a maior está vinculada a formulação do conceito, afinal, conceito bem feito é o mesmo que projeto bem resolvido.
Nas muitas idas e vindas acabei por definir um volume horizontal, que conversa-se com o lugar - Um lugar com edificações de baixo gabarito envolto por uma massa de vegetação densa.
Esqueci-me de propósito daquela ideia sacramentada de que a verticalização é algo extremamente alto e fino.
Ai surgiu uma das principais perguntas: O que é VERTICALIZAR?
Existe algum número que diga o que é vertical ou horizontal????... NÃO!! desta forma a ideia de vertical e horizontal, neste caso, se torna uma só.
E isto se traduz em como realmente projetar um Hotel.
E por falar nisso, algo que me deixou realmente preocupado, é a forma que a universidade trata este tema.
Tudo é na base de um "manual", um sistema, o que para mim não é arquitetura e não passa apenas de um projeto.
Coisas como não promover o cruzamento dos funcionários com os hóspedes, Instigar mais vagas de estacionamento do que o necessário, são sinais de que a arquitetura não evoluiu muito por aqui...
Afinal não promover o cruzamento destas duas classes seria o mesmo que promover a exclusão social... tendo em vista que a arquitetura é um meio de promover justamente o oposto.
Arquitetura para o Homem... a Arquitetura Humana deve estar em todo lugar.
(Afinal ninguém vai morrer por ver um funcionário passando com um carrinho de limpeza no corredor!!!)
Mas, isto pode ser vista como uma coisa cultural. Afinal cada lugar com suas características...
E por final me preocupa a real falta da palavra CONCEITO na universidade...
Não!! o tipo de vidro que vou usar NÃO é um conceito;
O Tipo de esquadria da porta NÃO é um conceito;
O número de parafusos da minha fachada também NÃO é um conceito.
Afinal NÃO se trata de fazer projeto, mas SIM de fazer ARQUITETURA e ter nela um CONCEITO!!!
(E aqui está uma amostra do meu projeto...)
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
De Volta....
Então tá... hora de colocar as coisas em dia por aqui.
Depois de um semestre bem tumultuado na Universidade, estou cheio de temas, reclamações, dúvidas e tudo mais que vier....
Depois de um semestre bem tumultuado na Universidade, estou cheio de temas, reclamações, dúvidas e tudo mais que vier....
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
Conversas com Hugo...
Após ter mostrado o vídeo abaixo para meu professor Hugo... ficamos um bom tempo discutindo sobre ele...
ai está um pedaço da conversa que tivemos.... achei tão produtiva que resolvi compartilhar.
Acho que foram uma das melhor discussões sobre o assunto que eu já tive!!!..
ai está um pedaço da conversa que tivemos.... achei tão produtiva que resolvi compartilhar.
HUGO diz:
acho que aponta ao que sempre digo que ..mesmo cuando nao pensamos .... na realidade...pensamos
Karol Diego diz:
impossivel não pensar...
HUGO diz:
me refiro... tu estas projetando o hotel, agora fechas o arquivo e mudas de foco vás ver um filme e ficas assim...3 dias
quando retornas ao projeto ...ele continuou evoluindo a nível inconsciente
Karol Diego diz:
verdade... e ai já sei qual o próximo passo a ser feito... ou chego perto disso
HUGO diz:
sobre o vídeo concordo em termos ...objetivos...concretos mas coloco em estado de catástrofe....
quem decide que uma ideia...eh boa ou ruim? e boa para quem?...ou ruim para quem?
tudo depende das INTENÇÕES, da filosofia
Karol Diego diz:
engraçado... como TUDO DEPENDE... seja o que for.. como for o que pretende ser..
HUGO diz:
ollha...posso ter uma ideaia genial para multiplicar por 10000000 avenda de automoveis no planeta
seria uma boa ideia?
sim para quem fabrica automoveis...aparentemente
Karol Diego diz:
DEPENDE DO PONTO DE VISTA
HUGO diz:
mas...e para a humanidade? rsrsrrsrs
Karol Diego diz:
éh... FATO... mas então... quem tem a razão?... digo, existe um "vencedor"?
HUGO diz:
a razao....esta muito visivel.... basta observar...a natureza..e ver e apreender de como ela se comporta
Karol Diego diz:
visivel... mas com olhos que não notam... não é mesmo?
HUGO diz:
na natureza...estao todas as respostas...o ser humano gospe no churrasco dele mesmo
para ninguem poder comer
nao entende que o tal homo politicus... esta composto dele mesmo e do seu entorno.. são UNIDADE e não dois organismos independentes
Karol Diego diz:
humm... UNIDADE...
HUGO diz:
não acabo onde acaba minha pele, acabo onde acaba o que posso modificar
Karol Diego diz:
afinal... todos dependem de todos...
HUGO diz:
eh como o que falo dos terrenos ou dos lugares. O terreno não acaba na linha do muro, acaba onde eu posso ver
Karol Diego diz:
onde podes ver.. e não ver..
HUGO diz:
o ser humano eh a mesma coisa
ele acaba...onde chega o horizonte do seu olhar
sei lah...assim penso eu ao menos
rsrsrsr
tanto eh assim...que eu te pergunto...que vês quando me vês?
seja o que for qu etu vejas...por estarmos conversando e nos conhecer...a tua opinião sobre mim faz parte de mi ser
então o teu olhar...pode ser um dos pontos que compõem minhas bordas
Karol Diego diz:
engraçado... pois teve uma evolução, digo.. a primeira vista...
o Hugo... Argentino... que não sei quem era... HAUHAUHAUHA
HUGO diz:
logico
Karol Diego diz:
e agora... esta aí.. o Teimoso.... HAUHAUHAUHA.. que gosta de vinhos...
HUGO diz:
talvez ter convicções...pode ser que sejam entendidas como teimosia...hahhaha
(...)
HUGO diz:
mas deixo algo para você refletir
pega uma bala...e saboreia ela, e pensa...
nesse ato...quem ocupa o lugar da arquitetura... ?
ou talvez...o que ocupa o lugar do acontecer arquitetura ?
Karol Diego diz:
hummm
bem...
eu diria... o sabor..
HUGO diz:
perfeita a resposta
HUGO diz:
a bala e o edificio espaco
vc eh o sujeito que o saboreia
portanto a arquitetura só acontece quando alguem ...a saboreia
Karol Diego diz:
e o sabor.. com tudo que ela permite acontecer..
HUGO diz:
exatamente
e cada um que saboreie a bala...sentira um único sabor e diferente
porque eh ...SUBJETIVA.. O SABOR EH SUBJETIVO
2+2= hdgfgrhgjf rhgrgkrg fyite j
Karol Diego diz:
AHUAUHAUH
2+2=....
HUGO diz:
sim
isso mesmo
Karol Diego diz:
entendi.. realmente... muita coisa gira em torno do sabor da bala...
HUGO diz:
sim... a própria vida gira entorno deste tipo de observações
uma vez que se compreende isso que estamos falando ...eu acredito que qualquer experiencia de vida...de momento ...
te faz crescer nao somente como individuo..e sim tb como arquiteto
Karol Diego diz:
pretendo mesmo... quero mesmo... que isso aconteça naturalmente.. mas que coisas assim me norteiem...
HUGO diz:
tu norteias as coisas dentro das circuntsncias que te rodeiam
Karol Diego diz:
entendo... elas giram entorno de mim na mesma proporção que giro em torno delas...
(...)
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
.. depois da tempestade? vem a enchente...
09 de setembro de 2011. Certamente mais uma data que marcará a história de muitas pessoas.
A repetição dos fatos, as mesmas ações, as mesmas tragédias.... éh, e mais uma vez estamos assim, de mãos atadas, restando-nos esperar.
É de conhecimento de todos que após a grande tragédia de 2008, Blumenau e região sofrem frequentemente com os grandes volumes de água, bem como os riscos de escorregamentos de encostas.
Três anos se passaram, e estamos rependindo a cena, porém com novos protagonistas e novos números.
É torturante observar o quão poderosa a natureza pode ser, e de que forma ela atua. As coisas já não são como antes!!!
Observar a vida, a história e o motivo de viver de muitas pessoas indo embora com a água...
O que fazer então? me perguntei várias vezes... e por mais que me pergunte... não chego a resposta alguma... não há como chegar...
Talvez a palavra da vez, seja PACIÊNCIA ou SOLIDARIEDADE, ou melhor até HUMANIDADE!!..
só isso que posso disser, só isso que me resta disser...
É chegada a hora de mostrarmos nosso lado Humano!!!
FORÇA TURMA!!!
... e que Deus nos Ajude...
A repetição dos fatos, as mesmas ações, as mesmas tragédias.... éh, e mais uma vez estamos assim, de mãos atadas, restando-nos esperar.
É de conhecimento de todos que após a grande tragédia de 2008, Blumenau e região sofrem frequentemente com os grandes volumes de água, bem como os riscos de escorregamentos de encostas.
Três anos se passaram, e estamos rependindo a cena, porém com novos protagonistas e novos números.
É torturante observar o quão poderosa a natureza pode ser, e de que forma ela atua. As coisas já não são como antes!!!
Observar a vida, a história e o motivo de viver de muitas pessoas indo embora com a água...
O que fazer então? me perguntei várias vezes... e por mais que me pergunte... não chego a resposta alguma... não há como chegar...
Talvez a palavra da vez, seja PACIÊNCIA ou SOLIDARIEDADE, ou melhor até HUMANIDADE!!..
só isso que posso disser, só isso que me resta disser...
É chegada a hora de mostrarmos nosso lado Humano!!!
FORÇA TURMA!!!
... e que Deus nos Ajude...
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Sanitarismo
Indo para a faculdade esta manhã, lembrei das aulas de história e de como elas eram. E no meio disso tudo surgiu um tema que, particularmente, acho interessante: o sanitarismo.
O sanitarismo foi "implantado" e diversos lugares e em diferentes épocas.
Ruas medievais que antes eram estreitas e escuras, foram rasgadas por grandes avenidas de circulação (isto aconteceu para que se tivesse maior controle da população e como agiam - o crime por exemplo, onde as ruas estreitas se propiciavam como esconderijo para mal feitores).
Certo! mas isso estudamos em história e faz tempo que aconteceu, não é?... pois bem, eu digo... ERRADO! AINDA ESTA ACONTECENDO, E DE PIOR FORMA!
Até o método do sanitarismo evoluiu sem perder suas vertentes.
Podemos ver isso nas grandes avenidas, túneis, estradas que são impostas as configurações do lugar passando por cima de tudo e todos (afinal o caminho mais curto entre dois pontos é uma reta).
Morros são desmanchados, rochas são implodidas e matas são devastadas.
A maioria se tornou o alvo e a minoria se tornou o "sanitarista".
Órgãos de competência pública deixam de lado estudos de impacto feitos por especialistas e mestres no assuntos.... e apenas vão lá e constroem (me lembro da transposição do Rio São Francisco aonde a política prevaleceu a inteligência e a razão).
O circo está pegando fogo! mas e daí?...
Sei lá... mas as coisas andam malucas no nosso tempo, onde mesmo sabendo dos riscos que ações desse tipo nos causam, ficamos ali..... parados.... olhando.... aceitando.
-Papel do arquiteto conceitual, do aquieto caolho, que enxerga o errado e propõe o
melhor.... que ainda sabe que a sua prancheta não um espaço em branco, mas sim que
vê além, e que usa isso para gerar o bem comum.-
vê além, e que usa isso para gerar o bem comum.-
sábado, 3 de setembro de 2011
E os diferentes olhares....
É curioso parar para pensar no quanto a arquitetura influência na convivência do homem e consequentemente pontua suas ações.
O "criar um espaço"e fazer dele um lugar tão bom na qual eu não queria mais sair, apenas queira ficar e permanecer ali torna a arquitetura uma arte de malabares, ainda mais quando tratamos do espaço público como objeto de análise.
Afinal é no espaço público que a frande demanda da população permanece.
Portanto ai surge a questão: Como sintetizar em um espaço edificado os anseios, desejos, alegrias, sentimentos, sensações, visões de tantas pessoas, e ao mesmo tempo?
ARTE DE MALABARES!!!
O grande diferencial dos espaços se demonstram dependendo dos diferentes olhares que foram lançados sobre o lugar (como o lugar se comporta).
Não existe fórmula!!! Deve-se apenas observar e deixar que o lugar mostre o que ele precisa...
Acredito que isso pode ser classificado como a real arquitetura, aonde eu apenas dou uma resposta (coerente) ao pedido que o lugar está me fazendo.
A normal troca de relações entre espaço e o homem, coisa que não deve ser esquecida e sim aprimorada.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
E o passado aonde fica?...
A pouco tempo atrás vi um situação bem comum nas cidades se repetir....
Uma pequena capela construída nos anos 70 foi demolida para dar lugar uma espetacular, linda, formosa RÓTULA...
Fiquei indignado com a capacidade e esperteza da prefeitura ao realizar tal monstruosidade, sem nem sequer levar em consideração o aspecto histórico do lugar e a importância que tinha para a comunidade.
Pois é... com o passar dos modernismos e pós-modernismo chegamos nisso: a renegação no passado para um futuro incerto....
Mas afinal, como podemos construir um futuro sem notarmos o seu passado, e a sua importância?
Não sei como, mas pelo jeito tem gente que consegue... E consegue bem por sinal, afinal quem tem mais poder, o Povo ou órgão político/público?... (deveria ser o povo)
O que me assusta é que essas coisas acontecem a rodo por ai a fora, e nada se faz.
As pessoas devem aprender que a vida já percorreu, e percorre, e percorrerá a história para sempre, e que isto precisa ser registrado de algum modo - BEM REGISTRADO.
Este Urbanismo e modelo de cidade que derruba o que tiver e é reconstruído só mostra a incapacidade de planejamento, de criatividade, de arquitetura e principalmente... de HUMANIDADE... e sem isto, por que chamar de cidade? então chamaremos de terreno apenas, pois é mais apropriado, afinal o " terreno" deste modo não tem dono, não tem urbanidade e não tem humanidade.
E deste modo o povo vai perdendo sua identidade, e deixando coisas que marcam para trás... se perdendo..
matando a cidade...
O QUE É SER HUMANO? O QUE É SER
Jardins da Babilônia...
O sustentável, o ecológico, o auto-suficiente estão tomando parte na arquitetura mundial, logo ela aparece pelos cantos do Brasil também.
A discussão sobre tais temas nunca foi tão abordada como agora. Milhões de artigos publicados, centenas de livros lançados e muito questionamento gerado... e.... pouca prática.
A deficiência do ensino de implantar uma arquitetura mais ecológica esta sofrento grandes mudanças, mas está avançando.
Para quem ja assistiu o filme "tempos modernos" do glosioso charlie chaplin, percebe o crescimento desordenado da indústria e de seus efluentes...e eles crescem... e crescem.. e se multiplicam...
A arquitetura tem como um dos principais objetivos "cicatrizar essas feridas" que chamam atenção, seja pela gorsseira apropriação de locais de preservação, seja por liberação da própria justiça para estes casos (então podemos lembrar da nova lei que se discute - a faixa de preservação de 30 metros que querem reduzir para 15... LOUCURA!).
Mas o que realmente quero mostrar com essa discução, é o triste fato de uma sociedade globalizada.
Me arrisco a disser que um dos principais culpados é o orgão que gerencia a cidade. Muito me questiono sobre quem ocupa lugares nesses orgãos - sempre tive em mente que leis devem ser decididas por quem entende do assunto, e ai vejo advogados, socialistas e outros mais formulando leis sobre planejamento da cidade, e ai me pergunto de novo... COM QUE DIREITO? como argumentar algo se não temos a questão clara em nossa própria concepção? cada área com suas leis e com seus verdadeiros representantes...
A relação "Dar e receber" sempre fio válida, e em certo ponto o homem esqueceu de cumprir sua parte... sim, porque esqueceu que também é um ser animal e que faz parte de um habitat... em derminado contexto se tornou superior. (em que?)
Vemos a tentativa da cidade de São Paulo na busca por áreas verdes que são rarefeitas no lugar e junto com isso o aviso de CUIDADO... afinal não planejar a cidade ou o espaço é projetar um " Deus dará"...
ah! e é importante planejar sabendo que o improviso existe.. porque a cidade está em constante mutação e por isso nada é certo... tudo muda.
Verde é qualidade de vida e sempre foi... quem disse o contrário?...
domingo, 17 de abril de 2011
....Bom dia
Com a colaboração de uma super amigar, ai vão dois pensamentos interessantes...
"Não basta termos uma ideia, mas proporcionar o encontro entre ideia e construção."
( L. Khan)
" O valor do conceito está na sua capacidade de transmutar-se em ação construtiva, inserir-se no mundo e modificar a existência e a história dos homens." (Carlos Antonio Leite Brandão)
(Méritos a Simone)
"Não basta termos uma ideia, mas proporcionar o encontro entre ideia e construção."
( L. Khan)
" O valor do conceito está na sua capacidade de transmutar-se em ação construtiva, inserir-se no mundo e modificar a existência e a história dos homens." (Carlos Antonio Leite Brandão)
(Méritos a Simone)
segunda-feira, 11 de abril de 2011
O Arquiteto Caolho
Depois de um tempinho ausente.. voltei com mais algumas " idéias" pra discutir.....
........
......
....
" Na terra de cego quem tem um olho é Rei!"
Todo mundo já ouviu isso em algum momento da vida não éh?... Então, depois de uma conversa com meu professor tive a inspiração para este post.
A cada semestre a universidade "joga no mundo" os recém formados, os quais geralmente saem cheios de grandes anseios e perspectiva, MAS quando se deparam com situações conflitantes acabam se rendendo ao Mercado e as suas leis...
Por isso comecei este post com esta citação famosa, por que afinal ela se aplica bem a arquitetura.
Considero e acredito nessa frase. MAS PORQUE?
Bem... na universidade aprendemos os conceitos, os valores, as normas... de tudo um pouco e aplicamos a projetos que não saem do papel (o que ao meu ver é um erro - não ter um previsão de custo), porém os APLICAMOS, então por que não são aplicados quando o arquiteto cai no mercado de trabalho?...
Não sei se entendem o que quero expor... mas me indago nessas questões.
Acredito que o arquiteto que consegue aplicar seu conceitos e valor no projeto, se torna um arquiteto um pouco mais além, tendo em vista que isto não é nada fácil.
Penso também que o arquiteto é um ser em constante construção... seu aprendizado nunca termina, apenas se renova e justamente por isso fico pasmo ao ver a " poda" da construção conceitual fora da universidade.
Claro que isso acontece por muitos motivos, seja cultural, regional ou apenas uma questão de ensino que , se for por este último motivo, devemos revê-lo.
É uma discussão longa que ainda renderá assunto... mas tive que começá-la...
........
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" Na terra de cego quem tem um olho é Rei!"
Todo mundo já ouviu isso em algum momento da vida não éh?... Então, depois de uma conversa com meu professor tive a inspiração para este post.
A cada semestre a universidade "joga no mundo" os recém formados, os quais geralmente saem cheios de grandes anseios e perspectiva, MAS quando se deparam com situações conflitantes acabam se rendendo ao Mercado e as suas leis...
Por isso comecei este post com esta citação famosa, por que afinal ela se aplica bem a arquitetura.
Considero e acredito nessa frase. MAS PORQUE?
Bem... na universidade aprendemos os conceitos, os valores, as normas... de tudo um pouco e aplicamos a projetos que não saem do papel (o que ao meu ver é um erro - não ter um previsão de custo), porém os APLICAMOS, então por que não são aplicados quando o arquiteto cai no mercado de trabalho?...
Não sei se entendem o que quero expor... mas me indago nessas questões.
Acredito que o arquiteto que consegue aplicar seu conceitos e valor no projeto, se torna um arquiteto um pouco mais além, tendo em vista que isto não é nada fácil.
Penso também que o arquiteto é um ser em constante construção... seu aprendizado nunca termina, apenas se renova e justamente por isso fico pasmo ao ver a " poda" da construção conceitual fora da universidade.
Claro que isso acontece por muitos motivos, seja cultural, regional ou apenas uma questão de ensino que , se for por este último motivo, devemos revê-lo.
É uma discussão longa que ainda renderá assunto... mas tive que começá-la...
quarta-feira, 30 de março de 2011
A importância do entorno na concepção do projeto...
E lá vamos nós...
Até um certo tempo atrás, eu não havia me questionado tanto quanto me questiono sobre o entorno de um projeto.... Após participar das incríveis aulas de meu professor, me dei conta da importância de tal contexto.
Quando inciamos um projeto, analizamos todas as condicionantes de um lugar, bem como suas deficiências e suas potêncialidades por que ,ao final do processo, implicarão em um bom ou mal projeto.
Pois bem, mas aí que está. O QUE CONDICIONA UM LUGAR?...
Sempre vejo a cobrança que se têm sobre estes temas mas, que ao meu ver, são apenas cobrados e não ensinados.
E pela primeira vez foram realmente ensinados. (méritos ao Prof° Hugo Nieto)
A localização, o relevo, a vegetação, a insolação sempre foram abordados de forma abrangente, mas agora
"descobrimos" a nova forma de ver o terreno, de ver o lugar.
Aprendemos que elementos como a esquina que pode se traduzir em uma repetição formando uma malha, a escala das edificações vizinhas que criam um gabarito para as novas construções, as visuais que circundam o terreno que promove uma das formas de permeabilidade, o espaço público e privado que podem se desenvolver no mesmo espaço, a calçada e os recuos que tambem geram um gabarito a ser respeitado para um melhor formatação do espaço, o tipo de construções do entorno que podem indusir a forma das novas edificações, fazem parte de um bom e belo projeto. UM VERDADEIRO PROJETO de um VERDADEIRO ARQUITETO.
Bem, esses são só alguns dos novos conceitos que foram incorporados, e que realmente valem a pena e me fazem pensar em como conceber um espaço, e como fazer isso da melhor forma para que resolva os problemas encontrados. Por que de nada adianta um projeto, sem que ele resolva os conflitos existentes e promova uma melhoria.
E assim, penso que tudo se encaixa e se traduz em uma fórmula inserta de COMO SER UM ARQUITETO ? já inserta pois nada é igual, tudo se transforma, tudo muda e tudo se renova.
Até um certo tempo atrás, eu não havia me questionado tanto quanto me questiono sobre o entorno de um projeto.... Após participar das incríveis aulas de meu professor, me dei conta da importância de tal contexto.
Quando inciamos um projeto, analizamos todas as condicionantes de um lugar, bem como suas deficiências e suas potêncialidades por que ,ao final do processo, implicarão em um bom ou mal projeto.
Pois bem, mas aí que está. O QUE CONDICIONA UM LUGAR?...
Sempre vejo a cobrança que se têm sobre estes temas mas, que ao meu ver, são apenas cobrados e não ensinados.
E pela primeira vez foram realmente ensinados. (méritos ao Prof° Hugo Nieto)
A localização, o relevo, a vegetação, a insolação sempre foram abordados de forma abrangente, mas agora
"descobrimos" a nova forma de ver o terreno, de ver o lugar.
Aprendemos que elementos como a esquina que pode se traduzir em uma repetição formando uma malha, a escala das edificações vizinhas que criam um gabarito para as novas construções, as visuais que circundam o terreno que promove uma das formas de permeabilidade, o espaço público e privado que podem se desenvolver no mesmo espaço, a calçada e os recuos que tambem geram um gabarito a ser respeitado para um melhor formatação do espaço, o tipo de construções do entorno que podem indusir a forma das novas edificações, fazem parte de um bom e belo projeto. UM VERDADEIRO PROJETO de um VERDADEIRO ARQUITETO.
Bem, esses são só alguns dos novos conceitos que foram incorporados, e que realmente valem a pena e me fazem pensar em como conceber um espaço, e como fazer isso da melhor forma para que resolva os problemas encontrados. Por que de nada adianta um projeto, sem que ele resolva os conflitos existentes e promova uma melhoria.
E assim, penso que tudo se encaixa e se traduz em uma fórmula inserta de COMO SER UM ARQUITETO ? já inserta pois nada é igual, tudo se transforma, tudo muda e tudo se renova.
sábado, 26 de março de 2011
Deveríamos considerar a favela um problema?
E assim começo mais uma longa discussão...É talvez uma das principais quando o assunto é arquitetura inserida no contexto urbano, afinal a favela tem um retrato bem antigo na história da ocupação de terras ao longo dos tempos, vindo desde a época do descobrimento onde barcos trouxeram escravos para trabalhar nos grandes campos das grandes famílias e que, logo após a inserção da lei áurea, foram libertos.
Pois bem, e livres, para onde vão?.. como os morros não serviam de utilidades para as plantações , foram "tomados" pelos libertos.
Ai que está uma questão relevante.... o que significa liberdade sem ter um espaço para chamar de "meu"? lembrando que este é mais um dos longos conceitos lançados na humanidade, onde você representa algo por aquilo que você tem.
Mas tratando-se de contexto urbano, considero a favela um marco na história brasileira, e algo a ser respeitado e, principalmente, PLANEJADO.
Vários conceitos permeiam em torno da favela, quando pensamos na reurbanização, na requalificação e na retomanda de sua inserção no meio urbano.
Estes conceitos vão desde a retirada das edificações, a remoção de famílias, novo uso ao lugar e por ai se vão... MAS poucos destes conceitros se voltam para o que eu considero como necessidade real e plausível: a requalificação destas comunidades, dando condições melhores ao lugar, afinal retirar é algo que é simples e rápido, porém é uma ação agreciva a história de cada morador, de cada rua, de cada esquina.
Retirar ou remover vão contra a principios de convívio humano, vão contra o SER HUMANO!
Sim, existem problemas nas favelas, assim como em cidades, bairros e ruas em diferentes escalas, e que precisam ser resolvidos.
E como resolver? Algumas idéias são claras para mim, mas ainda são poucas.... A participação da comunidade, investimento em caráter turístico, e as outras todas que forem possíveis, sem esquecer o lugar, sua identidade, sua topografia, sua realidade, seu contexto, sua mobilidade(...) e o principal, sem esquecer dos agentes responsáveis por tudo isso: SEUS MORADORES.
Lembrando que certas coisas tem que ser relevadas como moradias em péssimo estado e ocupação de rios, nas quais o cuidado deve ser maior.
O segredo é planejar, é pensar, é HUMANIZAR!
Enfim...
E de novo entra a questão: o que significa liberdade sem ter um espaço para chamar de "meu"?
Pois bem, e livres, para onde vão?.. como os morros não serviam de utilidades para as plantações , foram "tomados" pelos libertos.
Ai que está uma questão relevante.... o que significa liberdade sem ter um espaço para chamar de "meu"? lembrando que este é mais um dos longos conceitos lançados na humanidade, onde você representa algo por aquilo que você tem.
Mas tratando-se de contexto urbano, considero a favela um marco na história brasileira, e algo a ser respeitado e, principalmente, PLANEJADO.
Vários conceitos permeiam em torno da favela, quando pensamos na reurbanização, na requalificação e na retomanda de sua inserção no meio urbano.
Estes conceitos vão desde a retirada das edificações, a remoção de famílias, novo uso ao lugar e por ai se vão... MAS poucos destes conceitros se voltam para o que eu considero como necessidade real e plausível: a requalificação destas comunidades, dando condições melhores ao lugar, afinal retirar é algo que é simples e rápido, porém é uma ação agreciva a história de cada morador, de cada rua, de cada esquina.
Retirar ou remover vão contra a principios de convívio humano, vão contra o SER HUMANO!
Sim, existem problemas nas favelas, assim como em cidades, bairros e ruas em diferentes escalas, e que precisam ser resolvidos.
E como resolver? Algumas idéias são claras para mim, mas ainda são poucas.... A participação da comunidade, investimento em caráter turístico, e as outras todas que forem possíveis, sem esquecer o lugar, sua identidade, sua topografia, sua realidade, seu contexto, sua mobilidade(...) e o principal, sem esquecer dos agentes responsáveis por tudo isso: SEUS MORADORES.
Lembrando que certas coisas tem que ser relevadas como moradias em péssimo estado e ocupação de rios, nas quais o cuidado deve ser maior.
O segredo é planejar, é pensar, é HUMANIZAR!
Enfim...
E de novo entra a questão: o que significa liberdade sem ter um espaço para chamar de "meu"?
sexta-feira, 25 de março de 2011
O vazado dos elementos (continuando...)
A pedido de amigos, selecionei algumas imagens bem legais que mostram de forma criativa a utilização de elementos vazados... (assim que tiver mais imagens, criarei outros posts)
(dedicado ao querido amigo Felipe.. hehehe)
quinta-feira, 24 de março de 2011
Até a Torre Eiffel teve as suas...
É engraçado pensar que muitas das grandes construções feitas pela humanidade tiveram seus "remorços" e sobreviveram a eles. E a tão conhecida Torre Eiffel passou por uma dessas.
Antes de ser finalizada, técnicos e engenheiros afirmaram que ela não iria ter sustentação e desmoronaria. Isso acarretou uma grande desvalorização do solo, e comerciantes da região (hóteis, mercados e outros tantos) exigiam indenizações...(quem diria?)
Bem .. e vemos que ela não caiu.. e está ai até hoje!!...
A torre feita por Eiffel marcou a era industrial no mundo colaborando com o auge do ferro nas edificações.
Pois então... ELA MARCOU... e por que, em tempos atuais, há tanta dificuldade em realizar uma edificação que "marque" também?...
Sim, por que somos munidos de tecnologia e de aparatos que nem Napoleão sonhava que iriam existir.
Talvez a grande dificuldade seja encontrada logo no concebimento do projeto... as primeiras idéias, o primeiro croqui.
O projetável e o executável se tornaram coisas separadas, que frequentemente se dão as costas, principalmente nas academias de ensino de Arquitetura.
E agora entra em pauta também outra palavra: O SUSTENTÁVEL.... está na moda néh? pois é... não deveria ser modismo e sim cultura - e quando digo cultura penso no ensino do conceito sustentável.
E lá pelas tantas todos acham que fazem algo conceitual, sustentável e executável... é real?
Talvez seja... mas é raro, e de novo digo que não basta ensinar conceitos sem serem sustentáveis e executáveis, do contrário, que tipo de arquiteto queremos? O que desenha? O que almeja? O que cria? O que sente? O que vê o futuro?
Bem... não vejo outra forma de formarmos arquitetos sem termos estes conceitos.... DE FATO ISTO É ARQUITETURA, se não torna-se apenas um projeto de arquitetura.
quarta-feira, 23 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
No passado ja era assim.. por que não mudou?
Viollet le Duc já escrevia em 1861:
"Em nosso tempo o arquiteto em embrião é um jovem de quinze a dezoito anos.... do qual, durante seis ou oito anos exigem que faça projetos de edifícios que, com maior frequência, mantêm uma relação apenas distante com as necessidades e os usos de nosso tempo, sem jamais exigir dele que esses projetos sejam exequíveis, sem que lhe seja dado um conhecimento nem mesmo superficial dos materiais postos a nossa disposição e do emprego dos mesmos, sem que ele haja sido instruído sobre os modos de contruir adotados em todas as épocas conhecidas, sem que tenha recebido a mínima noção sobre a condução e a administração dos trabalhos".
Pois então... e já faz tanto tempo ... porém isso não mudou ...
(preciso escrever um post só sobre isto)...
"Em nosso tempo o arquiteto em embrião é um jovem de quinze a dezoito anos.... do qual, durante seis ou oito anos exigem que faça projetos de edifícios que, com maior frequência, mantêm uma relação apenas distante com as necessidades e os usos de nosso tempo, sem jamais exigir dele que esses projetos sejam exequíveis, sem que lhe seja dado um conhecimento nem mesmo superficial dos materiais postos a nossa disposição e do emprego dos mesmos, sem que ele haja sido instruído sobre os modos de contruir adotados em todas as épocas conhecidas, sem que tenha recebido a mínima noção sobre a condução e a administração dos trabalhos".
Pois então... e já faz tanto tempo ... porém isso não mudou ...
(preciso escrever um post só sobre isto)...
Mobilidade urbana em dicussão....
Esquina, ruas, calçadas, ciclovias, ciclofaixas..... e ai se vão todas as idéias que rondam a mobilidade ou o que a ela diz respeito.
Conceitos que surgem de simples discussões em salas de aula, em conversas de botequim, idas a cantina e coisas do tipo (talvez mais na primeira situação por questões de sobriedade), e geralmente são conceitos verdadeiros, as vezes desfocados, porém verdadeiros. Mas não mais verdadeiros do que conceitos gerados pelos verdadeiros protagonistas da mobilidade urbana: AS PESSOAS.
Sim por que pessoas geram a mobilidade e a fazem acontecer... por tanto, surge a pergunta: que tipo de mobilidade é esperada? que tipo de situação é gerada? O QUE QUEREM AS PESSOAS REALMENTE?
Digo REALMENTE por que há uma distância entre o querer e o que é apresentado e dito como certo, o chamado "aspecto cultural".
O que é esperado é muito particular, mas oque se gera a partir daí se torna extremamente coletivo, e influencia diretamente no contexto urbano, e aí vale a pena pensar em como formular soluções para os "aspectos culturais mal apresentado" e que de certa forma deram errado...
Devemos repensar?.. Recontextualizar?... Reinventar?... Caramba, novos conceitos de novo?.. e por que não resolver os maus conceitos?
Conceitos que surgem de simples discussões em salas de aula, em conversas de botequim, idas a cantina e coisas do tipo (talvez mais na primeira situação por questões de sobriedade), e geralmente são conceitos verdadeiros, as vezes desfocados, porém verdadeiros. Mas não mais verdadeiros do que conceitos gerados pelos verdadeiros protagonistas da mobilidade urbana: AS PESSOAS.
Sim por que pessoas geram a mobilidade e a fazem acontecer... por tanto, surge a pergunta: que tipo de mobilidade é esperada? que tipo de situação é gerada? O QUE QUEREM AS PESSOAS REALMENTE?
Digo REALMENTE por que há uma distância entre o querer e o que é apresentado e dito como certo, o chamado "aspecto cultural".
O que é esperado é muito particular, mas oque se gera a partir daí se torna extremamente coletivo, e influencia diretamente no contexto urbano, e aí vale a pena pensar em como formular soluções para os "aspectos culturais mal apresentado" e que de certa forma deram errado...
Devemos repensar?.. Recontextualizar?... Reinventar?... Caramba, novos conceitos de novo?.. e por que não resolver os maus conceitos?
segunda-feira, 21 de março de 2011
Arquiteturando... em momentos de criar o blog....
Para muitos a " coisa" que provém do criar pode assustar...
Sim! porque o CRIAR não é costumeiro (deveria ser?) e exige tempo, dedicação, conhecimento e por que não uma boa chícara de café para acompanhar?
O bom do CRIAR, é o modo particular que se toma. Cada um no seu, ou todos em um só!
Eu particularmente preferio o conjunto, o "todos", por que afinal de contas o só por si não consegue sustentação, pois se fosse o contrátrio, como construir um casa sem vigas? ou sem pilares?... mas estas coisas são muito específicas e muito físicas e escondem a verdadeira preocupação que devemos ter ao CRIAR.
Talvez a "coisa" mais difícil do CRIAR seria um momento, ou um objeto, ou uma cor ou forma. Não tenho a clareza de como posso afirmar a dimensão da dificuldade de CRIAR, talvez por que seja muito particular, ou muito pública (talvez não seria a palavra certa) e porque este processo muda...e muda... e se renova... e muda novamente.
E onde isto para??? Onde está a resposta???
- O moderno já se tornou antigo -
Sim! porque o CRIAR não é costumeiro (deveria ser?) e exige tempo, dedicação, conhecimento e por que não uma boa chícara de café para acompanhar?
O bom do CRIAR, é o modo particular que se toma. Cada um no seu, ou todos em um só!
Eu particularmente preferio o conjunto, o "todos", por que afinal de contas o só por si não consegue sustentação, pois se fosse o contrátrio, como construir um casa sem vigas? ou sem pilares?... mas estas coisas são muito específicas e muito físicas e escondem a verdadeira preocupação que devemos ter ao CRIAR.
Talvez a "coisa" mais difícil do CRIAR seria um momento, ou um objeto, ou uma cor ou forma. Não tenho a clareza de como posso afirmar a dimensão da dificuldade de CRIAR, talvez por que seja muito particular, ou muito pública (talvez não seria a palavra certa) e porque este processo muda...e muda... e se renova... e muda novamente.
E onde isto para??? Onde está a resposta???
- O moderno já se tornou antigo -
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